Levezinhos nem necessitaram de… Liedson

Um jogo para não recordar devido a incongruências e berros estridentes que deixaram alguns elementos desiludidos. Naturalmente, a competitividade falou mais alto, mas não desculpa certas e determinadas atitudes. Por isso é que este Pesados contra Plumas acabou por ser uma amostra de jogo, depois de tanta expectativa gerada à sua volta. Como se previa, a equipa mais leve levou vantagem devido à sua melhor condição física, mas para isso muito contribuiu a contratação de última hora de Pedro Kasymyro, o irmão mais novo de João Kasymyro que não teve respeito nem contemplações para com o guarda-redes adversário, apontando um hat-trick na sua estreia o que em muito desnivelou o resultado. Além disso, a mudança à última hora de Pedro Paplas para a equipa dos Plumas, devido às baixas de Alex e Barcelos, acabou também por fazer a diferença.
Quanto ao jogo propriamente dito, é verdade que tudo começou com alguma surpresa, devido ao golo madrugador de Toninho Metralha que, como é óbvio, alinhou pelos Pesados, mas os Plumas depressa amenizaram o prejuízo e chegaram mesmo ao intervalo já com uma vantagem de dois golos. Na segunda etapa, a maior experiência dos “gorditos” acabou por dar alguma emoção à contenda, nomedamente quando Manel Cantona e Bessa descontaram para 3-4, só que a resposta dos “levezinhos” foi célere e sem necessidade de recorrer a… Liedson. A partida “morreu” com aquele tiro fulminante de Paulo Valente, que levou o score para números impensáveis (3-7), mas cruelmente reais na perspectiva dos Pesados. Os últimos cinco minutos foram mesmo penosos para os que tinham mais de 80 quilos, apesar do elemento mais corpulento no relvado, Cantona de seu nome fictício, ter facturado um tento do meio-campo para o resultado final.
Nessa altura, pasme-se, ainda havia jogadores a discutir um lance que tinha decorrido na… primeira parte, provocando impaciência a quem tem de os aturar, mas o futebol é mesmo assim e será sempre discutido até ao limite da paciência. Com pouco bom senso e quase nenhuma sensibilidade!



















Pois é…há dias assim, em que tudo corre como não gostaríamos que corresse, mas o tempo não volta a trás e o que está feito não dá para ser corrigido, resta-nos seguir caminho na certeza porém que da próxima podemos ser sempre melhores. Não se lamentem aqueles que tiveram menos paciência em campo e já na próxima jornada marquem pela diferença, isto é não berrem, assobiem talvez para os colegas de equipa se torne um pouco mais agradável.
Para os mais “sossegadinhos” em campo, mais vale prevenir do que remediar, levem tampões nos ouvidos, pois vai ser difícil o pessoal deixar o gritinho no banco…
Su
Eu que faço parte dos mais “sossegadinhos” já tenho os tampões no saco… Obrigada pelos conselhos… Jokas!
tu António Mendes?????sossegadinho????ahahahahahahahah.
Foste o maior responsável por todo aquele frenesim.
Consegues enervar os jogadores da tua equipa, da equipa adversária e até as equipas que estão a jogar nos campos adjacentes.
Vais ver que se estiveres caladinho, no proximo jogo vai correr tudo bem…como fizeste na semana passada ( também é verdade que estiveste calado porque ganhaste o jogo).
Mas eu gosto de ti assim….polémico.
peço desculpa pela interrupção mas a emissão segue dentro de momentos com o jogador… Toninho Metralha em acção…
E olha que as faltas amanhã são todas em nosso favor… equipa dos… casados…
A única coisa que peço é mais moderação, mais futebol e menos “tretas” dentro das quatro linhas.
Se deixarmos que a polémica se instale no nosso balneário, poderá haver algumas chicotadas psicológicas!
Se alguém quiser cobro 5 euros por aconselhamento sobre boas estratégias para lidar com os “jogadores sossegadinhos” como os mendes e os metralhas
ahahahahahahahahah e eheheheheheheheh… olha que deve haver quem paga mais…