Um triunfo cheio de Impacto
Em cima: Adriano, Nuno Santarém, Zé Manel, Noémio Milhazes e Hélder
Em baixo: Manel Cantona, Bessa, Paulo Silva e Paulo Valente
APRECIAÇÃO GLOBAL
Equipa experiente a conhecer os cantos da casa e a vencer dessa forma o jogo decisivo, apontando os quatro golos na sequência de pontapés de… canto! Bessa esteve imparável e foi o dínamo que os seus companheiros necessitavam para um triunfo cheio de Impacto.
APRECIAÇÃO INDIVIDUAL
Adriano (4) – Com determinação em cada lance e decisivo no jogo… decisivo, ao evitar três bolas de golo dos homens do Carpe Diem. O melhor exemplo de que a experiência ainda dita muitas leis.
Nuno Santarém (3) – Importante na ajuda à organização e rigoroso a cumprir as determinações tácticas do seu treinador. Ainda cometeu uma falta para um penalty que gerou grande polémica, mas como sempre nem sequer protestou, assumindo a sua candidatura ao Prémio Fair-Play que depois perder para Manolo, o guarda-redes da Ala Norte.
Zé Manel (3) – Tem a vitória no sangue e era isso que queria, além de uma manhã bem passada com os amigos. Aproveitou o intervalo para o jogo decisivo e foi tomar café, passando incólume ao controlo antidoping, apesar da cafeína que o ajudou a ter forças para o terceiro encontro matinal. Marcou dois golos, um deles na “final”.
Noémio Milhazes (3) – Simplesmente impecável na forma física como é seu apanágio. Correu sem nunca se cansar e nomeadamente na derradeira partida fez a diferença nesse aspecto, cortando grande parte das investidas dos adversários.
Hélder (3) – Também deu uma boa ajuda ao elaborar um extenso e preciso relatório do jogo Ala Norte-Sagres Zero. Foi o exemplo no papel de jornalista, mas não se ficou atrás do de jogador, cumprindo a função de sapador do meio-campo. Teve azar ao marcar um golo na própria baliza, só que isso não foi problema de maior para o triunfo no Torneio.
Manel Cantona (3) – Regressou após uma complicada lesão muscular e resguardou-se um ponto, preferindo dar mais importância ao papel de míster. Mesmo assim, basta atentar nos relatórios dos jogos para se perceber que ele esteve em muitos momentos decisivos.
Bessa (5) – O jogador mais valioso do certame sem deixar dúvidas. Aumentou sobremaneira o seu poder de fogo e só não igualou Metralha na lista do melhor marcador, porque um dos seus golos de canto foi atribuído a Rui Pedra na própria baliza. Como sempre, não deu grande importância ao facto, preferindo responder com o seu futebol de esperteza, potência e colocação de remate. Marcou seis golos, qual deles o mais bonito, e foi absolutamente decisivo para a vitória da equipa.
Paulo Silva (3) – O veneno do costume a surgir como uma serpente na área sem deixar aviso nos adversários. Acumulou dois golos e queria tanto ganhar o jogo final, frente aos seus amigos e rivais do plantel, que até fez questão de sair nos minutos finais para permitir a entrada de mais um defesa, no caso Noémio.
Paulo Valente (3) – O capitão orgulhoso por ter na equipa o nome de seu espaço comercial em Matosinhos (mesmo em frente às Finanças e ao lado do velho edifício do hospital, passo a publicidade…). Esmerou-se em não conceder facilidades aos adversários, fazendo da vitória no evento uma questão de honra. E lá levou a Taça do 1.º Lugar, uma réplica da que Portugal vai levantar na final do Mundial da África do Sul. Ou isto será um sonho?
* Notas de 0 a 5 e sem discussão permitida como estes também já sabem
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